domingo, 15 de junho de 2008

Tanto, minha gente, tanto...

Posso dizer que este último mês foi de muita coisa. Tanto.

O meu irmão chegou a Ljubljana na noite de sábado dia 17 de Maio. Nesse dia tinha ido numa viagem com o SOU, fazer rafting no vale dos Alpes, rio Soča. O dia mais molhado da minha vida, não tenho dúvidas. 1h30m de rafting a chover torrencialmente. Tudo o que via à minha volta era água. E os instrutores que se calhar eram a amostra de eslovenos mais giros alguma vez vislumbrados. Um cansaço indescritível mas uma aventura a ser repetida. Um sítio lindo. Genial.

Na semana em pude contar com a ilustre companhia do srº inginheiro aqui na localidade, fomos dar uns longos passeios como não podia deixar de ser. 2ªfeira dia 19 – Zagreb. 4ª dia 21 – Salzburgo. 6ªdia 23 Lagos de Bled e Bohinj. No entretanto, e com a chuva a ajudar, o trabalho da faculdade apertava. Fim do semestre. Uff!! Resumo académico erásmico: 4 cadeiras feitas! A pouco mais me propus! English for Communication com 8 (ou 16, digamos), History of Documentary Photography igualmente com 8. Introduction to Visual Culture com 10 (20 ou 19, ahahaha!!!) e A PIOR, Selected Problems of Contemporary Political Theories com um glorioso 6 (ou 10!). Farewell FDV! Não quero mais! Estou super orgulhosa de mim, de alguns trabalhos que fiz e dos resultados finais cujas equivalências escsianas me alegram. Depois da recta final nos estudos entramos na recta final de Erasmus. Assim que o mês de Maio acabou, eu e Rita seguimos viagem até Budapeste, Bratislava e Viena de Áustria. Ao mesmo tempo, muitos outros seguiam viagens. De conhecimento ou de regresso. Junho é o mês dos desencontros. E dos adeus. Hora de partida. Depois dessa primeira aventura, na semana passada seguimos em equipa para a Polónia. Visitar Cracóvia e Auswitch. Regressamos há uns dias. Agora é tempo de festas de despedida, jogos do campeonato europeu vistos em comunidade e planear novos destinos!!! Até dia 27, muito há para descobrir!!


ZAGREB – CROÁCIA 19 de Maio

Partimos de comboio ainda cedo. Eu, a Sandra, o meu irmão, Rui de seu nome, a Rita e a Vanessa. Mal chegamos deparamo-nos com a grandiosa praça de Kralja Tomislava e a Strossmayrov trg. Ampla, movimentada citadina. Nada como Ljubljana. O objectivo como sempre é encontrar um posto de turismo. Aí exploramos alguns guias e mapas e fazemos a nossa tour pela cidade. Começamos pela praça Bana Jelacica, seguimos até à Catedral. Almoçamos barato numa pizzaria no centro do mercado em Dolac. Castiço. De peixes e flores. Souvenirs e bebidas. Daí subimos a colina para a Igreja de S.Marcos, a Katarinin trg, ou praça da Catarina e a vista do centro e da catedral. Pelo caminho um túnel memorial de arrepiar. Não consegui perceber o que era, sei que a atmosfera pesava, todas as pessoas que entravam benziam-se, e entre um altar, velas e flores, as paredes estavam repletas de placas de agradecimento, HVALA a centenas de pessoas... Descemos de novo para o centro. Depois de uma corrida para gastar as últimas “coisas” (substantivo usado em substituição do nome da moeda local. Nos últimos meses já me deparei com muitas taxas de conversão e muitas moedas diferentes. Os nomes passam, as “coisas” que valem Euros ficam... lol!), acabamos sentados à sombra às portas da estação a descansar as pernas e a fazer tempo para o comboio. Back to Ljubljana. Jantar o melhor Kebab, na estação, na companhia do mano, e seguir para o Parlment que apesar de chuvoso e um tanto carente de pessoas ficou aprovado!
























































SALZBURGO – ÁUSTRIA 21 de Maio

Este foi um dia especial vá...

PARABÉNS A VOCÊ, NESTA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA!!! Aniversário do mano, aqui comigo, em Salzburgo. Um dos destinos que mais ansiei. Qual influência do filme “Música no Coração!” Todo o imaginário de sempre! Pequena, arrumada, limpa, romântica, clássica e musical. Jardins de fazer inveja a qualquer Lisboa, e um castelo de conto-de-fadas. Pena o tempo ser pouco. O plano foi o mesmo que Zagreb. Chegar, ir ao posto turístico e fazer o roteiro!!

O dia ajudou. Não choveu e não esteve muito calor. O perfeito para visitar!! Seguimos da estação pé para o Palácio de Mirabell e respectivos jardins. Sim, sim, os do filme! Passamos ao lado do Sacher Hotel, onde se compra a já em Graz aprovada Sacher Torte e fica a promessa da iguaria para mais tarde. Passamos o rio e o castelo já chama por nós. Seguimos pela praça do Mozart onde a imensidão de lojinhas a vender chocolates é estranha ao local. O centro é encantado. Tudo condiz com tudo. Até a placa a anunciar Macdonalds! Em alguns prédios, as campainhas são de cordel... Almoçamos à moda do turista, sentados na escadas de uma fonte na DomPlatz. Subimos ao castelo já tarde. Prestes a fechar. A vista é soberba. Salzburgo, a terra do sal, é pequena mas doce como sempre imaginei. Na descida já o estômago aperta. É dia de aniversário, há que jantar qualquer coisa “como deve de ser” já diria o meu pai. Depois de quase uma hora a correr restaurantes, (obrigada Rui!), à procura de algo típico e não muito caro, desistimos e entrámos numa pizzaria simpática que se revelou deliciosa! A noite promete... Final da Liga dos Campeões. Onde beber uma cerveja? Claro está, num Irish Pub que são sempre pontos de encontro de turistas, a ver os ingleses a sofrer, e a beber uma Guiness como o aniversariante gosta!! O caminho para a estação, já de noite, foi um trilho para descobrir! Um dia memorável. terminado com a deliciosa (CPC!!) Sacher Torte no comboio. Um sítio onde há muito queria ir. Respira-se música e arte. Os sinos ecoam constantemente. Fazem-se sentir. Começo agora a pensar onde gostaria de passar o meu próximo aniversário! Paris? Londres? Eheheh =)

































































































































BLED & BOHINJ. TRIGLAV NATURAL PARK

Claro que quando há visitas não se pode deixar de visitar o Lago de Bled. O ponto mais encantado da Eslovénia! Mas desta vez o ritual foi diferente! Alugámos um carro! Iupi!! Vamos no dia anterior ao Hostel Celica, e na manhã seguinte lá está o senhor à nossa espera com um Daweoo velhito mas que dá para o efeito. Poucos documentos mostrados, pagamento na altura, nada assinado e toca a andar! Assim é que é! “ Ah! Também se estragarem alguma coisa não é problema, não se preocupem!” Ahahah. Seguimos até Bled a chover. A beleza não é a mesma sem dúvida! O mano lá gostou, pudera! Almoçámos demasiado cedo por não haver muito para fazer arredores, compramos uns postais e seguimos caminho até ao Lago Bohinj no Parque Nacional de Triglav, a montanha mais alta da Eslovénia com quase 3000 metros. No caminho o sol começa a raiar e ao fundo vêm-se as montanhas e a neve. "Aah!! Isto sim..." A vontade de seguir viagem aumenta... Lindo lindo. Chegados a Bohinj o espectáculo é indescritível. Parece um local sagrado. Verde e azul. Sem turistas. Sem lixo. Sem confusão. Só mesmo os doidos da escalada a subir aos calhaus dos arredores. Canoas coloridas e uma estátua decoram o local. Paz. 5 vezes mais bonito que Bled. A promessa de voltar fica feita!

Voltamos para Bled, já que só há uma estrada. Subimos ao castelo. Sítio para turista ver. A vista é soberba mas o céu cinzento não ajuda. Também aqui não há muitos turistas. Pudera, 6€! Há sim, um casamento. Mais um sítio para o meu interrail de casamentos. Ahahah, sim sim. Eu já sei como e quando me quero casar! Quero casar, se casar, durante um mês! Sim, num interrail, casando em vários locais e anulando em 24h. A última paragem seria Lisboa claro está! Há tantos sítios lindos onde já passei que a primeira coisa que me vem á cabeça é : Ah! Quero casar aqui!” E assim nasceu a ideia do casamento em interraill! Castelo de Bled seria mais uma paragem! No fim do dia a cereja no cimo do bolo: CONDUZIR em Ljubljana!! Eheheh É como andar de bicicleta, quando se gosta, nunca se esquece! =)














































































































Para vocês uma palavra: SAUDADE!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Agradecimento


À Susana porque sabe o que é Liubliana com
o ninguém, à Teresa porque protagonizou alguns do meus melhores vídeos, à Tânia, à Ana Paiva por me ser simétrica, à Mariana pelos moscatéis, fados e desafios partilhados e à Martinha por termos crescido juntas e não sentir necessidade de acrescentar algo mais...


Ao camarada Miguel pelas mútuas boleias, ao David por ter provocado a mais genial
gargalhada colectiva naquele “teste” de televisão, à Joana Viana pelas Vogue´s e conversas com o Sheik, à pequena Eliana e à grande Eliana...


À Amiga Sofia, à Sandra pelos momentos de stress académico, à Cátia, à Maria por ter
aquele dom e à Daniela Oliveira e à Joana Duarte por serem as moças mais fáceis de maquilhar...


Ao André pelo carisma, à Joana Fernandes pela força, à Joana Santos pelos copos
partilhados, à Inês pela liberdade e pelos saltos altos e ao Alexandre pela genuinidade...


Ao Catalão por me repreender quando não trajo à quinta-feira, à ramboieira Joana
Dias por trazer o cheiro da gente da sua terra, à Nádia pelas doces sardas e a ambas por nos receberam naquele que será o sítio de muitas memórias...


Ao Marco porque
porque... porque nos deixa sem palavras em momentos de festa, de conhecimento e agradecimento, à Daniela por ser a mais doce bailarina do meu imaginário, à Tatiana bombadíssima pela voz, pelos cafés, pelos momentos e por isso mesmo, e ao Pedro porque sabe voar e nós não!


Um sincero Obrigada.


O tempo foge-nos agora. Parece que foi ontem. Muitos não passaram de colegas, outros tornaram-se amigos, outros irmãos. A partir daqui tudo pode acontecer. Uns vão chegar lá. Tenho a certeza. Vão atingir o sonho. E vou sentir um enorme orgulho quando vir isso acontecer. Outros não. Outros vão seguir outros rumos conforme a corrente do rio. Se calhar não volto a ver muitos de vocês tão cedo. Gostava de estar em Lisboa amanhã. Amanhã, o dia que para muitos é de fim, para outros o início. Gostava de estar com vocês. Que houvesse uma sessão de sangria no FunPoint e depois mais uma risonha noitada de karaoke no Parque das Nações... Daquelas coisas que só faço com vocês.


Somos especiais, diferentes, antagónicos por vezes. Cruéis também. O Mundo
ensina-nos a ser assim. Mas somos especiais, cada um à sua maneira e sabemos disso. Deixemos então que o sonho comande a vida.


Agora, que fiquem aqui alguns momentos registados da melhor turma de Jornalismo
que Portugal alguma vez viu, porque a vida de estudante não volta. Simplesmente porque sim. E David, posso usar o teu desenho? Já usei! Uops! Eheheh... Está tão genial que tem ser partilhado... =) embora não se veja nós sabemos...




















































































































































































Um beijinho em cada bochecha e muita sorte*

sábado, 10 de maio de 2008

6 dias de muito... THE BALCAN TOUR, Maio 2008, Parte 1

Pois é meus caros, mais uns km de Caminho na última semana. Spring Break em Liubliana, ou seja, tempo para viajar! Destino Bósnia Herzegovina e Croácia. The Balcan Tour com 50 alunos Erasmus. 6 noites. Ursha, Marin, Dany e Erwin eram a companhia do SOU e os pontos de paragem foram: Sarajevo, Mostar, Dubrovnik, Ilha de Lokrum, Split e o Parque Nacional dos lagos de Plitvice na Croácia.












Saímos de Liubliana preparados para uma noite de autocarro até Sarajevo, 8 horinhas faz-se bem... Passamos a fronteira para a Bósnia Herzegovina já quase de manhã. Não consigo dormir. A paisagem altera cruelmente. Estradas de aldeia, esburacadíssimas, casas destruídas, massacradas com marcas de balas, miúdos a ir a pé para a escola no trilho ao lado da estrada, terrenos abandonados, lixo... Em cada 30 casas, 15 estão semi-reconstruídas só com tijolo nas paredes e tábuas de madeira nas janelas, 10 apenas em esqueleto e 5 novas... Em cada canto vêm-se cemitérios improvisados. Meia dúzia de altas pedra brancas entaladas nos montes, marcas de uma guerra que acabou há pouco mais de 10 anos.

Chegamos a Sarajevo 5 horas mais tarde do que era suposto. Claro, não só devido aos caminhos e às setas quase em russo, mas porque o motorista nos perdeu, que bom! Acabaram por ser 15 horas de viagem com paragens insuficientes em estações de gasolina perdidas algures... Chegamos, pousamos as tralhas no hotel e apanhamos o velho eléctrico (o primeiro da Europa) para o centro.

Sarajevo dói. É rude. Feia. Desmontada. Desordenada, com edifícios completamente destruídos ao lado de grandes hotéis com restaurantes giratórios e multinacionais. Como eles dizem, “a cidade olímpica em 1984 que esteve sob cerco entre 1992 e 1995”. O cerco a uma cidade capital mais longo da história militar moderna. Mais de 10 000 mortos. Vê-se o esforço demorado para a reconstrução. Os carros são velhos, fazem imenso barulho e transgressões dignas de qualquer xunning odivelense. Sarajevo fica num vale, com um rio. As colinas à volta parecem favelas. São favelas aliás... Passeamos pelo centro ao fim da tarde. Nunca vi tanta mistura de tantas coisas num só sítio, todo o tipo de pessoas, de todas as cores e crenças. Ao lado da igreja está uma mesquita e depois outra mesquita atrás de uma sinagoga e de um cemitério cristão... Depois um outro cemitério, desta vez muçulmano, mais a frente... Na rua ciganos, crianças, mulheres seguem-te para te pedir dinheiro. Andam descalços. Sujos. Pobreza desconhecida da nossa realidade de país desenvolvido... Ficamos na cidade até anoitecer. Ouvimos os cânticos da oração islâmica do pôr-do-sol quando um rapaz da minha idade chega atrasado à mesquita, descalça-se, lava os pés, coloca o “chapéu” (peço desculpa por não usar o termo correcto) e entra. Deixamo-nos ficar mais uma horinha num café, pois mais 30 minutos naquele eléctrico nos esperam, “volta 50, estás perdoado!”

Uma cidade assim não me assusta, dói-me. Faz-me dar valor ao cantinho sossegado da Europa, onde nem a geração dos meus avós viveu com guerra no seu território. Vontade de ficar, de ver, de conversar com as pessoas, ter tempo. Impossível agora, também ninguém fala inglês... Voltar a Sarajevo - projecto a médio prazo. Com tempo, muito tempo.













































































































Manhã seguinte, depois de um merecido descanso, seguimos para comemorar o 1ºMaio na montanha! Tanto nós como tantas famílias que rumam serra acima. Piquenique ao sol! Passamos o dia a comer, beber cerveja Sararjevsko, com jogos tradicionais (organizados pelos novos amiguinhos do país basco) e muita converseta. Não se esqueçam desta palavra: cevapcici, lê-se tchevaptchitchi... Carne em forma de pequena salsicha que se come num pão tipo pita shoarma delicioso com molho e (eles comem) com muita cebola. Ou então carneiro assado na brasa, que estava a ser feito quando chegámos. Mais tradicional, impossível. Descemos da serra, já os nossos camaradas do SOU cantavam música cigana da sérvia alegremente. Influência de Kusturica, tornou-se a banda sonora da viagem, nome: Fanfare Ciocarlia. Num tour de autocarro por Sarajevo percebemos que o Dany e o Erwin são bósnios, e o Marin é croata. Com o álcool as emoções sobem mais depressa e cada edifício relatado por eles ganha outra realidade: “Aqui um monumento ao General Tito, eeeehhhh!!! Ali um hotel construído depois da guerra, com o restaurante giratório, não vão lá que pagam muito e não comem nada, War Profiters, capitalistas, uuuuhhh!!!” Sarajevo relatado na 1ª pessoa, real, depropositado e assim, delicioso.

À noite o cansaço chama por alguns, mas a maioria segue para encontrar sítio onde curtir. Paramos primeiro no Tito´s bar, no qual o segurança não nos queria deixar entrar. Éramos muitos, se calhar metíamos medo e podíamos provocar distúrbios, a única explicação possível, já que questionado o senhor não falava. Lá entrámos. Bar repleto de imagens do General Tito e referências à ex-república da Jugoslávia, onde imagens do Che e de Fidel Castro decoram as paredes vermelhas. À porta duas réplicas em tamanho real de tanques de guerra fazem as delícias para a fotografia de alguns. Seguimos para o centro e descobrimos um bar universitário. Genial, música ocidental, claro, mas do nada começa um concerto amplamente aplaudido. Vim a perceber mais tarde porquê. Eram maioritariamente covers de músicas antigas da Jugoslávia já que todos os do SOU cantavam alegremente e os Erasmus limitavam-se a dançar. Risada, copos, amigos, segurança e tolerância são as palavras para descrever tal local. Um noite muito boa.







































Dia seguinte, antes da partida para a Croácia, ainda em Sarajevo, vamos visitar O Tunel. Uma casa particular que agora está gradualmente a ser transformada em museu, onde foi construído um túnel que ligava a cidade ao exterior durante o cerco. 6 meses de contrução para passar para uma área segura, já que a outra saída da cidade era o aeroporto e estava controlado pelas Nações Unidas, que não eram assim tão imparciais... Alí passava tudo: ajuda humanitária, medicamentos, comida, água, comunicações, homens, mulheres, crianças... “O Tunel salvou a cidade.” A ligação tinha 800 metros (hoje já parte desabou) e, à saida, era preciso correr por um enorme campo aberto até conseguir abrigo. Aí muitos foram mortos. Na sala da exposição vemos objectos, armaduras e fotografias dos aconteciementos. Um filme com um apanhado de imagens captadas na altura, um relato na 1ª pessoa do filho do dono da casa, e alguns crueís esclarecimentos depois (como pessoas que ainda têm vestígios de minas e granadas dentro do corpo porque é mais perigoso tirá-las...), seguimos o nosso caminho...










































É tempo de deixar Sarajevo e seguir em direcção à Croácia. Perto da hora de almoço, e antes da fronteria, paramos na vila de Mostar onde tudo agora é diferente!! Vila de influência românica e sérvia, quase arábica. A ponte, o rio, o chão de pedra mármore branca. As lojas de souvenirs multiplicam-se com encharpes, pulseiras, chinelos e todo o tipo de artigos mais orientais. Os preços aumentaram, o número de turistas também. Já estamos muito perto da Croácia. Mostar é lindíssimo, a grande ponte foi reconstruída depois da guerra e os arredores são acolhedores onde se encontram restaurantes e esplandas agradáveis... Esplanadas!! Sim, sim, em Mostar já faziam uns, agora, agressivos 27º!! Chinelos, que alegria!!

Três horas e um almoço depois temos de seguir caminho, Dubrovnik nos espera! E Mostar aguarda outra visita com certeza...